Cozinhar e bebericar, a melhor terapia do mundo

Semana passada tive um dia daqueles. Cheguei em casa tarde, cansada e frustrada com tudo o que aconteceu nesse dia. Decidi então ir para a cozinha. Sempre gostei de cozinhar, então foi uma forma de aliviar o stress. E, claro, acompanhado de vinho.

Prato da noite: risoto de queijos. O vinho foi um Pinot Grigio italiano, di Leonardo, safra 2008. O vinho eu ganhei de brinde em uma loja especializada. Na mistura do risoto tinha parmesão, queijo processado e creme de leite, além do próprio vinho.

O vinho tinha uma cor amarela bem intenso, palha como dizem. A sua maturidade estava um pouco ultrapassada. Não era muito ácido. Os aromas também estavam “envelhecidos”, não consegui reconhecer muita coisa. Mas, isso não significa que não era possível beber o vinho.

Ganhou 3+1/2 estrelas. Depois, fui procurar informações a respeito de vinhos com essa uva. Descobri que era realmente um vinho para ser consumido ainda jovem, no máximo 3 anos. Tentarei encontrar uma safra mais nova desse mesmo vinho, para uma nova experiência. Mas para esse dia, o vinho fez o seu papel: mandar o stress pra bem longe de mim.

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