Palestra de Gustavo Franco, desenvolvedor da globo.com. Fala especificamente do uso da tag .
Apresentação disponível em http://bit.ly/html5welcometothevideo
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FISL 11 – Palestra: Google e Software Livre
Primeira palestra do dia…. Cheguei atrasada devido o credenciamento e, como no cronograma consta outro palestrante, só sei que o nome da moça era Nanda e que trabalha no Google desde janeiro de 2007, passando antes pela IBM.
Ela contou de como funcionam algumas coisas por lá: que o hardware é ‘fabricado’ pela própria Google, e que todo código é criado com a premissa de considerar que hardware pode falhar em qualquer momento; que eles usam software livre e ajudam nas correções de bugs e melhorias do mesmo; uma das necessidades para isso é o que ela chamou de “control e ownership”, ou seja, que não dá para depender do suporte de um fornecedor no momento crítico onde, por exemplo, o sistema está fora do ar, e que nesse caso precisam solucionar o problema rapidamente.
A contribuição do Google para o software livre acontece de várias maneiras: participação em comunidades, lançamento de patches, e o summer of code.
O summer of code é um evento patrocinado pelo Google, onde estudantes se inscrevem em uma das organizações participantes (Apache, por exemplo), e submete um projeto para essa organização. O mentor da organização avalia, aprova ou não, se aprovado auxilia no projeto (como um orientador). Depois que o projeto for concluído, o estudante ganha uma bolsa no valor de 5 mil dólares e uma camiseta do Google.
A palestrante também citou alguns dos projetos de software livre que estão em desenvolvimento no Google atualmente: Chromium (licença BSD, implementa HTML5); Android (Apache + Lunux kernell); Google Wave (protocols, oc); webM (Vorbis audio, VP8 video).
Frases de efeito da palestrante: “o hardware vai falhar, da forma mais idiota e no momento mais inconveniente possível”; “vocês sabem o que é apache?”; “os estudantes que concluem o summer o code acham mais importante a camiseta do google do que a bolsa de 5 mil dólares que recebem se o projeto pelo projeto concluído”
Campus Party 2010
Em janeiro fui parar na Campus Party 2010 e na última madrugada busquei inspiração para escrever meu post.
Conhecia muitíssimo pouco a repeito do evento. Sabia de uma galerinha que sempre se reúne aqui para jogar em rede. Mas enfim, vi a programação do evendo esse ano e umas 2 semanas antes paguei a minha inscrição.
O primeiro dia do envento não tinha palestras em sua programação. Apenas o credenciamento. Fui lá para pegar meu crachá e ver o movimento. Voi-lá, foram 3 horas na fila para pegar um crachá e conseguir entrar no evento. E cruzandos os dedos para não chover, pois a fila estava do lado de fora. Nessa fila já podia encontrar algumas figurinhas. Um médico que ‘entedia tudo’ de tecnologia, veio para o evento e ia ficar acampado durante a semana. Váaaarias pessoas carregando seus PCs a tiracolo. Muitas outras carregando seu ‘acampamento’. Depois de finalmente pegar minha credencial, uma volta dentro do evento. Longas mesas, sofás, pufes e muitos,mas muitos pontos de rede com internet disponíveis. Nesse momento eu pensei em como seria bom ter o notebook por aqui. Vi onde eram os espaços onde seriam as palestras, dei uma volta geral no local e finalizei o dia de evento.
O segundo dia de evento foi na terça, mas eu jurava de pé junto que era segunda. Fui para o trabalho mais cedo de carro, e bem na hora do rodízio. Só me toquei da cagada quase na hora do almoço. Mancada viu… e essa mancada vai me custar R$86 e alguns pontinhos na carteira 😛 No final do dia acabei desanimando e nem fui pra lá.
No dia seguinte, tudo no esquema: chego mais cedo no trampo, saio mais cedo, deixo o carro no Hospital das Clínicas e vou para a Campus Party de metrô. Esquema planejado, esquema concluído. Tinha anotado duas palestras de ruby para assistir… mas chegou na hora, cadê??? Dei a volta duas vezes por onde estavam os locais das palestras e nada. Perguntei para alguém da organização, que perguntou para um colega via radio, e também não sabiam informar onde era a maldita palestra. Fazer o quê, né… acabei me aboletando numa palestra de pyton. No começo foi cruel, por que como o espaço aqui onde eram as palestras era aberto, dava para ouvir claramente a palestra ao lado e onde eu estava quase não se conseguia ouvir… Mas quando o palestrante começou a fazer algumas demostrações a palestra ficou legal… vou olhar alguma coisa depois a repeito… aeeee 🙂 Ah, reencontrei o médico ‘sabe tudo’ sentado em uma das mesas manuseando 2 notebooks… ia ficar engraçado na foto, pois ele já é caricato, com 2 notebooks em sua frente e com as mãos uma em cada máquina… rsrsrs
Próximo dia… será que a palestra que eu tinha agendado ia acontecer? Recebi um email de lembrete. mesmo esquema do dia anterior. A esperança era que tivesse de verdade. Cheguei, dei a volta por onde as palestras estava acontecendo e nada. Meu estado também não era dos melhores nesse dia. Passar um final de semana corrido (mas muito bom) e depois passar a semana acordando 1 hora mais cedo que o habitual e indo dormir no mesmo horário de sempre, o corpo começou a apitar. Me senti um verdadeiro trapo humano. Passei a minha estada do dia deitada nos pufes e aproveitando a rede daqui.
Sexta-feira… pensei em passar a noite lá, curtindo a rede, o pufe e a bagunça… Sem planos para palestras, que pra mim foram um fracasso total. O problema é que eu tive problemas com o meu número de celular e tive que correr atrás de tentar resolvê-lo. Isso na hora do almoço (que foi quando eu fiquei com muita vontade de torcer o pescoço de alguém) e à noite saindo do trabalho. Resultado: nada de Campus Party nesse dia. Fazer o quê.
Meu último dia/noite… Cheguei no meio da tarde e me deparo com uma competição de carrinho de mão e logo depois com o prefeito passeando por lá… Dei uma volta por dentro, subi no mezanino do estande da Cultura bem no meio do salão, fui visitar os estandes que ficavam do lado de fora… Encontrei algumas pessoas amigas por lá também. Mas no final, encostei nos pufes do estante da telefonica e lá fiquei usufruindo da internet rápida que o evento proporcionava. Até às 6 da manhã do domingo. E então, me despedi do evento.
Para 2011: não vou acampar, isso é fato… sou urbana, preciso de um chuveiro quente e um bom travesseiro todas as noites (ou manhãs, dependendo do caso); mas preciso aprender e gostar de algum jogo online em rede para brincar nas competições ‘mundiais’ e curtir a bagunça das noites e madrugadas; e quem sabe na próxima eu consiga assistir alguma palestra legal, se essa parte for melhor organizada… 😉